sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Capítulo 5/19 - Uma reta sem fim



Pouco distante de Pombal começei a ficar para trás de todos chegando a não conseguir ver mais ninguem e para não dizer que estava só, o carro de apoio ia atrás de mim.

Depois que passei de uma subida gigantesca só imaginava das descidas que estariam a me esperar como disse que o homem lá em Pombal. Mas antes fosse isso. Só vinham subidas e mais subidas. Era uma atrás da outra e de descida quase não tinha. O dia já estava amanhecendo e o carro de apoio deu uma acelerada e me deixou sozinho e mais e mais subidas aparecendo até que já estava perto da cidade de Aparecida e passei pelo carro de apoio e voltou a me seguir e o trâsito começava a ficar intenso. Quando entramos em Aparecida pensei que o pessoal parou para descansar, chegamos na saída e nem água deles, então seguimos direto, pois já conseguiamos ver a cidade de Souza.

Acreditava que a partir de Aparecida, não haveria mais subidas até Sousa. Quando fiz a curva a direta já para entrar na reta de Souza encontro Didi parado nos esperando. Didi falou que tentou seguir o ritmo do pessoal mas não aguentou e resolveu esperar, pois estava morrendo de fome. Partimos um abacaxi e comemos umas bananas.

a linha amarela mais grossa indica a reta antes de chegar em Sousa, reta esta que possui quase 10km de exstensão




Pense numa reta ruim de trafegar, além do trânsito muito intenso de caminhões e motos e o acostamento não ajudava nenhum um pouco. Depois fui ver no Google Heart que o comprimento dessa reta passava dos 9km. E além desta reta que doia no psicológico ainda tinha uma subida de leve o que dava mais desgosto ainda, fora isso, o acostamento que era uma buraqueira da muléstia e não podiamos subir para a pista de rolamento, pois o trânsito começava a ficar pesado.

Veja também: Capítulo 6/19 - Pit-Stop em Sousa/PB

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