sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Capítulo 7/19 - A Surpresa da Cajuína



Acordei as 11h sem muita disposição e o ar-condicioando me deixou com incômodo na garganta. Marianno já tinha se levantado. E saí ao encontro dele. Quando saio do quarto avisto ele em um bar do outro lado da rua tomando uma cerveja.

Matando a saudade da velha Cajuína, o famoso refrigerante de cajú fabricado em Juazeiro do Norte


Me sentei a mesa junto com Mariano. Como não bebo perguntei ao dono do bar o tinha de refrigerante e fiquei surpreso ao saber que tinha Cajuína. Fazia 6 anos que eu não bebia essa danada. Pedi uma Cajuína e veio na garrafa de vidro que é ainda mais saborosa. Uma emoção enorme sentir novamente aquele gostinho de erefrigerante de caú.

Logo em seguida chegaram Francisco e Joselito para começar a resenha. Perguntei logo se eu tinha roncado bastante. Mariano foi o primeiro a se manifestar que mal cosneguia dormir com meu roncado, principalmente quando virei para o lado da cama dele. Já Joseltio e Francisco disseram que o sono era tão pesado que não escutavam nada.


Joselito, Mariano e Francisco degustando uma loura gelada, enquanto eu só na cajuína

Após algumas cervejas e Cajuínas fomos em busca de um restaurante para almoçar. Fomos em direção ao centro e logo avistamos uma churrascaria bem movimentada de nome Churrascaria São Vicente, de cara entramos e fomos logo pegando os pratos e nos servindo. Coloquei tudo que tinha direto e só depos que percebi que você paraba pelo peso, levei meu prato (parecia mais o pico do Totoró) para a balança que marcou R$14,60. Após o almoço conversamos com a moça do caixa que comentou que o trecho até cajazeiras seria muito perigoso e que tomassemos cuidado.


Almoçando na Churrascaria São Vicente em Sousa/PB

Detalhe pro meu prato que parecia mais o pico do Totoró de tão alto.

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